O subsecretário do Ministério da Saúde Pública do Uruguai, Leonel Briozzo, apresentou nesta semana os dados oficiais sobre interrupções voluntárias de gravidez dos primeiros seis meses desde a sua legalização no país. Entre dezembro de 2012 e maio de 2013, não foi registrada a morte de nenhuma mulher que abortou de forma regulamentada no Uruguai.
Foram realizados 2.550 abortos legais, aproximadamente 426 por mês. O Uruguai é um dos países com taxas de aborto mais baixas do mundo. Briozzo explicou que desde o novo marco legal para o aborto, o país os pratica de forma segura, com a consolidação de serviços de saúde para este fim.
A política pública do governo tem o objetivo de diminuir a prática de abortos voluntários a partir da descriminalização, da educação sexual e reprodutiva, do planejamento familiar e uso de métodos anticoncepcionais, assim como serviços de atendimento integral de saúde sexual e reprodutiva.
Segundo esses dados, o Ministério da Saúde Pública atesta que 10 em cada mil mulheres entre 15 e 44 anos abortam no Uruguai atualmente. Esses números situam o país entre um dos que têm menores indicadores, ao lado dos estados da Europa Ocidental.
Não morreram mulheres, mas morreram 2550 crianças.
ResponderExcluirMais da metade nem mesmo havia se formado! ^^ Pense mais queridinho!
ExcluirClaudio, 2550 crianças mal amadas é um mal muito pior para o mundo.
ResponderExcluir2550 crianças que poderiam ter sido adotadas...
ResponderExcluirAdotadas? por quem? Me desculpe, mas com orfanatos super cheios e crianças sem amor e carinho materno não dá!
ExcluirOh, falta de estudo dá nisso. Elas não eram crianças, eram no máximo, e eu friso, no máximo fetos sem o desenvolvimento neurológico completo. Eles não pensavam ou sentiam dor, não se caracterizavam como vidas humanas, mas sim uma possibilidade de vida, já que a qualquer momento o organismo da mãe, naturalmente, pode abortá-lo. Forçando uma analogia, é uma semente. Ela pode se tornar uma vida, se tudo ocorrer bem.
ExcluirAnalisem coretamente a matéria. O Uruguai não apenas legalizou o aborto, como também implementou uma campanha de planejamento familiar coerente. A única forma de combater o aborto é fazer com que ele seja desnecessário.
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