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sexta-feira, 26 de julho de 2013

DENÚNCIA: EUA FINANCIAM PROTESTOS DE JOVENS POR TODO O MUNDO

Não é a opinião deste blog, mas sempre que uma ideia que vai contra o senso comum é apresentada costumamos dar voz. Segue abaixo a teoria da Patricia, embasada em um vídeo de uma emissora norte americana que está com link logo abaixo. Confiram a teoria.

"Tenho falado nisso desde o dia 20 de junho… de lá pra cá tenho pesquisado um pouco… e olha o que eu achei… um doc que fala de uma organização especializada em promover protestos “de esquerda” para desestabilizar sociedades refratárias a globalização. nesse doc ( não é uma teoria the conspiração) mostra que o grupo de jovens que derrubou Melosevic foi cooptado por Washington… a serviço das grandes corporações americanas… vale a pena ver. pena que não está legendado… fiquei estarrecida com o que é revelado eles estão em 37 países e empenhados a criar um clima de constante protesto… de modo a desorganizar economicamente a aí abrir espaço para o poderio estadunidense dominar… e o pior eles se infiltram entre os jovens… programaram um game para ajudar como se faz protestos…. nesse doc há depoimentos de estudantes egípcios, tunisianos denunciando tudo… "




Fonte: Patrícia Sem Mídia

Clique aqui para ver o vídeo

quarta-feira, 24 de julho de 2013

FUNCIONÁRIOS COLOCAM PÊNIS NOS SANDUÍCHES DO SUBWAY

Foto de um funcionário da rede de fast food Subway mostrando um outro funcionário pondo o pênis em um pão supostamente no trabalho se tornou viral na web. A foto acabou replicada no Twitter e no Instagram. A foto foi primeiramente postada no Instagram pelo usuário "weedpriest", com a mensagem: "Meu nome é @ianjett e eu serei o artista do seu sanduíche".

Em entrevista ao "Huffington Post", o funcionário, identificado como Ian Jett admitiu a brincadeira, mas ressaltou tê-la feito em casa. "Jamais faria isso no trabalho. Foi uma piada", disse Ian, funcionário de filial em Columbus (Ohio, EUA). Em outra foto, o americano disse ter "congelado o xixi" no trabalho. Ian e o colega de Subway, Cameron Boggs, que teria feito a imagem do pênis no pão, foram demitidos, de acordo com o site "Opposing Views".

quinta-feira, 11 de julho de 2013

BRASIL SABE QUE DESDE 2001 EUA ESPIONAM A INTERNET

O governo brasileiro já reconheceu por duas vezes, em 2001 e em 2008, que os EUA comandavam um sistema de coleta de informações que tinha a capacidade de "intromissão em comunicações eletrônicas" em todo o mundo.

Em depoimento prestado em 2001 à Câmara dos Deputados, o então ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência no governo FHC (1995-2002), general Alberto Cardoso, disse aos parlamentares que os EUA desenvolveram um projeto, com o nome código de Echelon, em associação com Reino Unido, Irlanda, Austrália, Canadá e Alemanha.

O projeto tinha a capacidade de interceptar comunicações por e-mail, voz e fac-símile, segundo um relatório do Parlamento Europeu daquele mesmo ano. Segundo o general, além do Echelon, também tinham capacidade invasiva os governos de França, Itália e Rússia.

O sistema Echelon também era controlado pela NSA (Agência de Segurança Nacional), hoje foco de novas denúncias a partir de vazamentos feitos pelo ex-técnico da CIA Edward Snowden.

Em depoimento prestado ao Congresso em 2008, no governo Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), o engenheiro eletrônico Otávio Carlos Cunha da Silva, diretor do Cepesc (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento para Segurança das Informações) da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), confirmou aos parlamentares: "O Echelon intercepta todas as comunicações. [...] E não há só um Echelon, há o Echelon americano, o Echelon europeu".

Indagado por um deputado sobre que tipo de informação poderia ser captada pelo sistema, Silva explicou que era toda comunicação "que está no ar", em "satélites, links de micro-ondas, torres".

Silva indicou que o GSI havia estudado o Echelon: "Esse equipamento envolve seis países, é uma rede de países. A gente até poderia fazer uma apresentação depois sobre isso. Mas é uma rede de países envolvidos, com uma rede de supercomputadores envolvidos, com um volume de recursos absurdamente envolvidos para esse processo".



segunda-feira, 1 de abril de 2013

ABRIR PETROQUÍMICA NO BRASIL CUSTA O DOBRO QUE NOS EUA


Construir uma indústria petroquímica no Brasil custa o dobro dos Estados Unidos. Além disso, leva três anos. Essa é uma das preocupações de Solange Stumpf, sócia da Maxiquim, e que retornou nesta semana de um congresso em Houston. Ela contou como os Estados Unidos estão planejando o shale gas, que é o gás de xisto, considerado imbatível em eficência e preço pela própria presidente da Petrobras, Graça Foster. Além disso, veem o Brasil apenas como um mercado importador e não produtor de petroquímicos.

sexta-feira, 15 de março de 2013

TELEVISÃO COMEÇA A AGONIZAR NOS EUA


Algumas famílias, que o instituo de pesquisas Nielsen apelidou de grupo "Zero-TV". não estão apenas cancelando o serviço de TV por assinatura, elas estão abandonando o uso da TV para o consumo de vídeo em qualquer plataforma de transmissão, incluindo TV aberta, televisão por assinatura e over-the-top.
As famílias "Zero-TV" representam menos de 5% das famílias norte-americanas, de acordo com a Nielsen no relatório Fourth-Quarter 2012 Cross-Platform. Mais de 5 milhões de lares "zero-TV" foram mapeados em 2013, ante pouco mais de 2 milhões em 2007. Estas famílias não se encaixam na definição tradicional da Nielsen de uma casa com TV, mas elas ainda consomem conteúdos de vídeo.
A televisão, no entanto, não foi totalmente abandonada nestes lares, uma vez que 75% ainda têm pelo menos um aparelho de TV, usados para assistir DVDs, jogar ou navegar na Internet. Mas quando se trata de conteúdo de vídeo transmitido, uma quantidade crescente de famílias está usando outros dispositivos. Cerca de 37% o fazem em um computador, 16% através da Internet, 8% em smartphones e 6% em tablets.
O americano médio gasta mais de 41 horas por semana – quase 5h30 diárias – consumindo conteúdo em todas as telas. Eles passam a maior parte do tempo (mais de 34 horas) na frente de uma TV, e os consumidores gastam três dessas horas de TV assistindo conteúdos em time-shifted. O comportamento varia de acordo com a etnia, no entanto: o afro-americano médio gasta perto de 55 horas consumindo vídeo; os hispânicos gastam pouco mais de 35 horas; e asiático-americanos gastam mais de 27 horas.
No relatório, a Nielsen também apontou que as casas "zero-TV" tendem a ser mais jovens, com quase metade dos moradores com idade inferior a 35 anos. Além disso, os lares "zero-TV" tendem a ser ocupados pelos telespectadores que vivem sós e não têm filhos (80,9%, contra 66,7% para a TV tradicional). Além disso, apenas 18% do grupo disseram considerar assinar serviços de TV.