Alguns points gays do Rio de Janeiro tiveram movimento maior
durante a Jornada Mundial da Juventude. A Le Boy, a mais tradicional boate de
Copacabana, registrou 30% a mais de público na terça-feira da semana passada.
"Tivemos mais de 200 pessoas, recorde para uma noite chuvosa", relata
o funcionário Júlio César Gomes. O TV Bar abriu as portas excepcionalmente na
quarta. "A festa teve nome sugestivo: Me Papa", relata o assessor
Carlos Pinho.
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
DILMA NEGA QUE TENHA SIDO IGNORADA POR JOAQUIM BARBOSA
A presidente Dilma Rousseff sai em defesa de Joaquim
Barbosa, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal). “Ele não fez nada”,
afirma a petista sobre a imagem de TV que mostraria o magistrado cumprimentando
o papa Francisco e passando reto por ela numa cerimônia no Rio de Janeiro, na
semana passada.
Barbosa foi atacado
em sites e mídias sociais pela suposta “arrogância” e falta de educação. “O
ministro Joaquim chegou [ao local da audiência com o santo padre] e logo mandei
chamá-lo para a sala em que eu estava. Ficamos duas horas conversando e vendo TV.”
Na hora dos
cumprimentos, Dilma diz que apresentou Barbosa ao papa explicando que “esse
senhor é o primeiro negro presidente do tribunal, pelos seus méritos, uma
pessoa que se superou”. E emenda: “O papa se aproximou dele de forma afetiva e
o ministro sorriu para mim”.
Dilma critica o fato
de pessoas quererem “criar constrangimento” entre ela e o presidente do STF.
“Já nos encontramos duas vezes nas últimas semanas, uma delas a meu pedido e
outra a pedido dele. Como presidente de poder, o Joaquim Barbosa sempre foi
extremamente correto comigo. E eu tenho absoluta clareza de que ele jamais
faria uma coisa dessas [referindo-se à cena do papa].”
segunda-feira, 29 de julho de 2013
"SE UMA PESSOA É GAY E BUSCA DEUS, QUEM SOU EU PARA JULGÁ-LA", DIZ PAPA
Na mais ousada declaração de um pontífice sobre
homossexualismo, o papa Francisco disse que os gays "não devem ser
marginalizados, mas integrados à sociedade" e que não se sente em condição
de julgá-los. "Se uma pessoa é gay, busca Deus e tem boa vontade, quem sou
eu para julgá-lo?", afirmou Francisco aos cerca de 70 jornalistas que
embarcaram a Roma com ele. "O catecismo da Igreja Católica explica isso
muito bem. Diz que eles não devem ser discriminados por causa disso, mas
integrados à sociedade." As declarações foram em resposta a recentes
revelações de que um assessor próximo seria homossexual e a uma frase atribuía
a ele no início de junho, de que havia um "lobby gay" no Vaticano.
Segundo ele explicou ontem, o problema não é ser gay, mas o lobby em geral.
sábado, 27 de julho de 2013
O CHILIQUE DE FELICIANO COM O PAPA FRANCISCO
Diz o Radar da revista Veja na web que “Marco Feliciano está
enciumado com a receptividade que o papa Francisco vem recebendo no Brasil.
Agora resolveu comparar-se ao pontífice”.
Segundo reporta o blog, Feliciano declarou que “o papa é
político, eu também. Assim como eu, o papa condena casamento de pessoas do
mesmo sexo, a descriminalização das drogas e o aborto. Mas, no caso dele, a
mídia aplaude”. Pergunta – “Por que o papa é tratado como popstar, ovacionado,
e eu, tão atacado?” E sai também contra a Rede Globo – “Onde estava a TV Globo,
que não mostrou as manifestações contrárias ao papa, o beijaço e etc? Isso é
discriminação religiosa contra mim, contra o pastor Silas Malafaia e outros”.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
PAPA FARÁ PREGAÇÃO POR IGREJA MAIS POBRE
Defensor de mudanças estruturais na Igreja Católica e no
cotidiano, o papa Francisco levará ao Brasil uma mensagem de simplicidade e de
aproximação com os pobres, afirmou o cardeal brasileiro d. Cláudio Hummes.
Em entrevista à Rádio Vaticano gravada anteontem, ele
afirmou que "o papa está dando, todos os dias, um testemunho muito grande
daquilo que ele entende como rumos que devem ser dados à vida da igreja hoje no
mundo e, claro, também no Brasil".
"O que mais nos impressiona a todos é essa simplicidade
que ele quer dar à vida da igreja. Uma igreja mais simples, mais pobre, uma
certa austeridade, fugindo daquilo que é excessivo", disse d. Cláudio, 78,
bastante próximo do pontífice argentino.
"Aqui no Brasil, não quis nada especial, quer um quarto
como o dos demais cardeais de sua comitiva. Não mais que isso. São sinais que
nos mostram para onde ir, muito mais que um grande discurso."
O cardeal franciscano, que está em São Paulo e irá ao Rio
participar da Jornada Mundial da Juventude, afirmou que o papa "propõe
mudanças de estruturas na igreja e na nossa vida de todos os dias".
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