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quarta-feira, 3 de julho de 2013

INFLAÇÃO ALTA DESACELERA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA

A disparada da inflação já causa estragos na produção de alguns setores da indústria brasileira, sobretudo o de alimentos. De abril para maio, o segmento registrou queda de 4,4%, a de maior impacto no índice geral da indústria, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para André Macedo, economista do Instituto, os preços “tiveram alta considerável” e já inibem o consumo de itens de alimentação.

O custo de vida maior também reduz a chamada renda disponível das famílias, que têm de gastar mais para comprar a mesma cesta habitual de consumo. Desse modo, sobra menos dinheiro para outros gastos. Um sinal claro do impacto da inflação sobre a indústria é o comportamento da categoria de bens semi e não duráveis, que inclui alimentos, bebidas, remédios e vestuário. De acordo com o levantamento, esse grupo de produtos registrou queda de 1% no acumulado de janeiro a maio. Foi a única categoria - na qual a indústria alimentícia é a de maior peso - a apresentar uma taxa negativa nessa base de comparação.

Macedo diz ainda que o ramo de bebidas também sofreu com preços maiores. Embora tenha sido um dos poucos com expansão de abril para maio (4,8%), o setor vem de sucessivas quedas em razão do custo mais elevado de seus produtos. Em relação a março, o recuo havia sido de 5,9%.


Com a queda dos alimentos (setor que concentra uma gama muito grande de produtos) e a perda em 20 dos 27 setores pesquisados, a fabricação de apenas 45,6% dos produtos da indústria geral pesquisados pelo IBGE tiveram expansão. Foi o pior desempenho desde dezembro de 2008.

quinta-feira, 14 de março de 2013

INDUSTRIA EXPANDE 2,5% EM JANEIRO

A indústria brasileira registrou expansão na produção em nove das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de dezembro para janeiro. O segmento automotivo impulsionou o resultado de cinco estados, mas um crescimento mais disseminado entre as demais atividades sinaliza uma retomada geral da indústria no País. A produção industrial de São Paulo avançou 1,6% em janeiro, após ter aumentado 0,5% em dezembro. “Em dois meses de expansão, São Paulo cresce 2%. Na base de crescimento da indústria paulista estão setores que também tiveram expansões importantes na indústria nacional, como o automobilístico, farmacêutico, refino de petróleo, materiais eletrônicos e equipamentos de comunicação, máquinas e equipamentos”, relatou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.

segunda-feira, 11 de março de 2013

PIB DO RS TEM QUEDA DE 1,8%


O Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul apresentou queda de 1,8% em 2012, na comparação com 2011, revelou a Fundação de Economia e Estatística (FEE), na manhã desta segunda-feira (11). A Agropecuária, com recuo de 27,6%, e a Indústria, com queda de 2,3%, foram os destaques negativos. Na contramão desses dois setores, os Serviços tiveram variação positiva, de 2,6%.
No quarto trimestre, o PIB apresentou queda de 0,7% quando comparado com o de igual trimestre do ano anterior. O número foi resultado das reduções de 2% nos impostos e de 0,5% no Valor Adicionado Bruto (VAB). A Agropecuária cresceu 2,7%. A Indústria recuou 5,6%, com a Indústria de transformação apresentando queda de 8,9%.