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sábado, 27 de julho de 2013

BRASIL CRESCE MAIS QUE AS PRINCIPAIS ECONOMIAS DO MUNDO

Apesar do baixo crescimento, a economia brasileira está se expandindo mais do que a média no mundo, disse nesta sexta-feira (26) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Segundo ele, o Brasil está crescendo mais do que em 2012, e as perspectivas para o Produto Interno Bruto (PIB) são favoráveis, apesar da grande volatilidade internacional. “Se esquecermos de avaliar o crescimento dos outros países, qualquer análise sobre a economia brasileira estará enviesada”, destacou o secretário.

Segundo projeções divulgadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil encerrará 2013 com crescimento de 2,5%, no mesmo nível da Rússia e à frente da África do Sul e do Japão (2%), dos Estados Unidos (1,7%) e da zona do euro, que tem contração prevista de 0,6% do PIB. Entre as grandes economias, de acordo com o fundo, o Brasil está atrás do México (2,9%), da Índia (5,6%) e da China (7,8%) nas estimativas de crescimento.

Pela projeção do Ministério da Fazenda, divulgada na última segunda-feira (22), o PIB brasileiro deverá crescer 3% neste ano. O Banco Central, no entanto, prevê 2,7%. As duas estimativas foram reduzidas em relação às previsões anteriores, mas Augustin reiterou que o país teve um primeiro semestre bem melhor do que em 2012 e que encerrará 2013 com crescimento maior que a expansão de 0,9% registrada no ano passado.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

ALTA DO DÓLAR PODE INFLACIONAR PREÇO DOS ELÉTROPORTATEIS

Sem condições de concorrer com os importados, a indústria nacional praticamente parou de fabricar os chamados aparelhos portáteis, como ferros elétricos, aparelhos de barbear, torradeiras, panelas elétricas e cafeteiras. Os empresários que ainda insistem em produzir esta categoria de itens registram quantidades mínimas se comparadas com o que vêm dos países asiáticos, especialmente da China. Um levantamento feito pela Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (Abinee) mostra que, de 2007 a 2010, as importações desses produtos cresceram 86%, passando de US$ 80,5 bilhões para US$ 150 bilhões. Esta situação perdura há anos, mas, se a alta contínua do dólar ante o real durar mais tempo, o consumidor brasileiro terá dificuldades para presentear, nas festas de fim de ano, parentes e amigos com aparelhos elétricos portáteis. Isso porque o encarecimento da moeda norte-americana levará à redução das importações e, assim, esses produtos ficarão mais caros. E ainda escassos, devido à baixa produção nacional.


terça-feira, 30 de abril de 2013

RS NA BRIGA POR GIGANTE CHINESA

O Rio Grande do Sul está entre os estados mais cotados para a instalação da Foton, maior fabricante mundial de caminhões e uma das mais valiosas companhias chinesas. A empresa tem 16 divisões – entre veículos e componentes – e cerca de 2.000 concessionárias na China. Atualmente, oferece seus serviços e produtos para mais de 90 países. No mercado desde 1996, já produziu e vendeu mais de 3 milhões de veículos e exportou mais de 60.000 produtos. Na América do Sul, o grupo já conta com importadores em países como a Colômbia, Bolívia, Chile e Peru.

No Brasil, a Foton irá iniciar a construção de sua fábrica ainda este ano, porém já está importando, há três anos. Neste período, a empresa investiu cerca de um milhão de reais somente em homologação dos modelos que chegam ao país totalmente adaptados a realidade brasileira. Até dezembro deste ano terão entrado no país via importação, aproximadamente mil unidades nos modelos semileve e leve, que variam entre 3,5 e 8,5 toneladas. Hoje a companhia conta com dez concessionárias da marca no país e tem como objetivo abrir mais 30 concessionárias até o final de 2013. A fábrica brasileira ocupará uma área de 1,5 milhão de metros quadrados e irá gerar mais de 400 empregos diretos. 
“Será o primeiro condomínio industrial para uma fábrica de caminhões no Brasil com capacidade de produção de 20 mil unidades ano em um turno”, diz Orlando Merluzzi, vice-presidente da Foton Aumark do Brasil.