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domingo, 28 de julho de 2013

TURISMO NO BRASIL CRESCE

O boom turístico vivido pelo Brasil tem sido fortemente impulsionado pelos grandes eventos mundiais sediados no país que trouxeram, com os visitantes de todo o mundo, duras críticas à qualidade de serviços básicos do setor. Apenas neste ano, o Brasil recebeu a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e, na agenda para 2014 e 2016, o número de turistas domésticos e estrangeiros deve se multiplicar, com a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

No ano passado, o setor movimentou R$ 247 bilhões. O valor superou as marcas de 2011 (R$ 238 bilhões) e de 2010 (R$ 228 bilhões). Especialistas dos setores público e privado consideram esses grandes eventos mundiais uma oportunidade para o país se consolidar como destino de muitos turistas no pós-2016, se a impressão deles sobre o país for positiva.

Mas a experiência vivida por algumas cidades que sediaram jogos da Copa das Confederações, em junho, deixou claro, por exemplo, que a sinalização nos principais destinos procurados pelos viajantes precisa ser melhorada. A deficiência, e até mesmo ausência de placas e outras formas de indicação de lugares, foi um dos itens mais criticados por turistas estrangeiros que responderam uma pesquisa do Ministério do Turismo.

Em outro levantamento contratado pelo governo, mais de 20% dos brasileiros que viajaram pelo país em 2011 classificaram como ruim a sinalização turística nos destinos nacionais. A mesma pesquisa mostrou que, para os estrangeiros que avaliaram, no mesmo ano, 16 serviços turísticos, a sinalização das cidades ocupa a 12ª posição, superando apenas as críticas atribuídas à qualidade dos aeroportos, aos serviços de telefonia e à internet, às condições das rodovias e aos preços.

sábado, 27 de julho de 2013

BRASIL CRESCE MAIS QUE AS PRINCIPAIS ECONOMIAS DO MUNDO

Apesar do baixo crescimento, a economia brasileira está se expandindo mais do que a média no mundo, disse nesta sexta-feira (26) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Segundo ele, o Brasil está crescendo mais do que em 2012, e as perspectivas para o Produto Interno Bruto (PIB) são favoráveis, apesar da grande volatilidade internacional. “Se esquecermos de avaliar o crescimento dos outros países, qualquer análise sobre a economia brasileira estará enviesada”, destacou o secretário.

Segundo projeções divulgadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil encerrará 2013 com crescimento de 2,5%, no mesmo nível da Rússia e à frente da África do Sul e do Japão (2%), dos Estados Unidos (1,7%) e da zona do euro, que tem contração prevista de 0,6% do PIB. Entre as grandes economias, de acordo com o fundo, o Brasil está atrás do México (2,9%), da Índia (5,6%) e da China (7,8%) nas estimativas de crescimento.

Pela projeção do Ministério da Fazenda, divulgada na última segunda-feira (22), o PIB brasileiro deverá crescer 3% neste ano. O Banco Central, no entanto, prevê 2,7%. As duas estimativas foram reduzidas em relação às previsões anteriores, mas Augustin reiterou que o país teve um primeiro semestre bem melhor do que em 2012 e que encerrará 2013 com crescimento maior que a expansão de 0,9% registrada no ano passado.

terça-feira, 16 de julho de 2013

PREÇO DA AREIA DEVE DIMINUIR EM ATÉ 30 DIAS

A projeção da Associação dos Produtores de Areia e Brita (Agabritas) é de que o preço da areia, que está até três vezes mais caro, baixe em até um mês no Rio Grande do Sul, com a retomada das atividades no rio Jacuí, suspensas parcialmente por quase dois meses. O presidente Walter Fichtner estima que assim que as licenças de operação das dragas que atuam no rio Jacuí forem revistas, o valor do metro cúbico volte aos R$ 35.

A revisão das licenças será feita pela Fepam em até 30 dias, mas as dragas serão liberadas conforme forem vistoriadas, o que pode ocorrer já semana que vem. Este foi um dos condicionantes impostos pela Justiça Federal para revogar a liminar que proibiu durante quase dois meses que as três principais empresas do ramo extraíssem o minério do rio.

O presidente da Agabritas, no entanto, cogita que as restrições impostas pelo órgão ambiental possam levar a um menor volume de extração de areia. A justiça determinou que as empresas cumpram e a Fepam fiscalize devidamente a restrição de 60 metros de distância da draga em relação à margem e limite máximo dez metros de comprimento do cano de sucção.


Estas restrições, no entanto, já existiam e não estavam sendo cumpridas, ou sequer fiscalizadas. O impacto ambiental da extração irregular de areia foi motivo da ação civil pública que fez ARO, Smarja e Somar rés no processo e levou à suspensão temporária da mineração. A extração ilegal realizada por empresas licenciadas foi flagrada e denunciada pela reportagem há seis meses.