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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

COMERCIAL SOBRE ACIDENTE DE TRÂNSITO É FEBRE NA WEB

Na Nova Zelândia, um comercial produzido pela Agência de Transporte, transformou-se em um dos assuntos mais comentados dos últimos dias. O vídeo congela exatamente momentos antes de um acidente envolvendo dois carros. E aí a história se desenrola...


O objetivo do comercial é mostrar aos motoristas sobre a direção perigosa, imprudente e a velocidade excessiva nas estradas. Na gravação, os condutores descem dos veículos antes da batida e conversam a respeito da situação.




sexta-feira, 19 de julho de 2013

COCA-COLA É OBRIGADA A TIRAR DO AR COMERCIAL POR PROPAGANDA ENGANOSA

Autoridades do Reino Unido obrigaram a Coca-Cola a retirar do ar um anúncio de televisão considerado enganoso por dar a entender que é fácil queimar calorias contidas no refrigerante.

O anúncio mostra pessoas em diferentes atividades físicas alegremente. Um passeia com o cachorro, outro dança, um terceiro joga boliche e outros apenas gargalham.

Uma lata de Coca-Cola é focalizada ao lado da mensagem indicando que é possível livrar-se de forma muito feliz das 139 calorias contidas em uma latinha. A Coca-Cola com zero calorias é mostrada como outra forma de evitar a ingestão de calorias.


Para as autoridades que regulam a publicidade no Reino Unido, o anúncio não deixa claro que todas as atividades precisam ser feitas em conjunto, a fim de queimar as 139 calorias.

terça-feira, 9 de julho de 2013

COCA-COLA, TIM, VIVO SÃO MULTADAS POR PROPAGANDA ENGANOSA

As empresas Coca-Cola, Vivo e Tim foram multadas nesta terça-feira pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão ligado ao Ministério da Justiça, por veiculação de publicidade enganosa. Integrante do grupo Coca-Cola, o Sistema de Alimentos e Bebidas do Brasil (Saab) foi condenado a pagar uma multa de R$ 1,158 milhão por ter veiculado propaganda na qual dizia que o produto Laranja Caseira seria suco, e não néctar.

— Néctar é suco acrescido de outras substâncias. A informação é um dos direitos do consumidor, porque é por meio dela que ele saberá o que consume. Sem a informação plena, ele pode não exercer sua liberdade de escolha. Causa também problema para o mercado, pois acaba sendo desleal com as outras empresas que não usam de má-fé e informam corretamente seu consumidor — justificou o diretor do DPDC, Amaury de Oliva.

A Vivo foi multada em R$2,26 milhões pela forma enganosa como veiculou a campanha Vivo de Natal.

— Durante a promoção de bônus, não ficava claro para o consumidor as condições e as restrições da promoção. Eles prometiam que os consumidores ganhariam R$ 500 em ligações mais 500 torpedos. Só que as ligações estavam restritas a ligações locais e os torpedos eram restritos a um prazo de 30 dias — informou Oliva.

A Tim foi multada em R$ 1,654 milhão pela campanha publicitária Namoro a Mil.

— As limitações e condições da promoção não eram apresentadas de forma clara. Não informava que os mil minutos eram divididos em 12 meses, o que daria apenas 84 minutos por mês. Depois desse limite o consumidor era cobrado, frustrando a expectativa gerada pela promoção. Também não havia informação de que a promoção de (envio de) torpedos era limitado a 500. Dizia apenas que o consumidor ganharia também torpedos — disse o diretor.

Oliva lamentou o fato de as empresas multadas tenderem a protelar, via Justiça, o pagamento das multas.

— O recolhimento é muito baixo. Menos de 5% das multas aplicadas são pagas. Não pagam porque é garantido a elas o direito de recorrer ao poder judiciário, o que acaba virando regra, mas temos observado uma tendência importante de os juízes exigirem das empresas caução dessas multas quando elas recorrem ao judiciário. E quando dói no bolso, as ações ficam mais caras e acabam desestimulando-as — afirmou.

As empresas têm o prazo de dez dias após a publicação no Diário Oficial da União ou do recebimento da intimação formal da multa.


— Deve estar para vencer, porque isso foi feito na semana passada. Alguns advogados inclusive nos procuraram para saber detalhes sobre como apresentar os recursos — informou o diretor.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

VIVO FAZ CAMPANHA POLÊMICA

Dessa vez a Vivo errou a mão e mostrou ser boa de conexão mesmo, mas não no sinal certo. Depois do sucesso da campanha em que o fã insiste em inúmeras ligações até achar o número da atriz Grazi Massafera, a agência Y&R deu continuidade na ação e apresentou o tão esperado encontro entre os dois. O filme Encontro, nome da continuação da propaganda, mostra o jovem conversando pessoalmente com sua musa em uma lanchonete. A atriz comenta que ficou impressionada com o “investimento” feito pelo rapaz para conseguir seu telefone. Só então ele revela, para a decepção de Grazi, que com Vivo Sempre o esforço não foi tanto: as ligações ficaram baratinhas. A assinatura é “Vivo Sempre. Use muito. Pague pouco”. A atriz se decepciona e deixa o garoto falando sozinho. A pergunta que faço é: qual mensagem essa campanha transmite? Ficamos envergonhados pela Vivo.



quarta-feira, 19 de junho de 2013

FIAT VAI RETIRAR DO AR PROPAGANDA "VEM PRA RUA"

A Fiat vai retirar do ar nos próximos dias seu comercial “vem pra rua”, após a onda de protestos que acontecem em grandes cidades do Brasil utilizar o jingle como tema da manifestação. A campanha publicitária foi criada para a Copa das Confederações.
A propaganda utiliza uma eletrizante música do grupo O Rappa. Nela, as pessoas são convocadas a saírem às ruas, afirmando que estas são a maior arquibancada do Brasil. Infelizmente, para a companhia, o tema combinou com os protestos iniciados na última semana contra o aumento das tarifas de ônibus.

A assessoria de imprensa da Fiat negou que o comercial vá acabar precocemente, afirmando que seu fim já estava previsto. “Toda campanha tem data para começar e para terminar”, afirma. Em comunicado oficial, a montadora garantiu que a propaganda foi criada “com foco exclusivo na Copa e na alegria e paixão que o futebol desperta nos brasileiros”.

terça-feira, 28 de maio de 2013

RESTRIÇÃO DA PUBLICIDADE DIMINUIU EM 30% O NÚMERO DE FUMANTES NO BRASIL

Um em cada três brasileiros deixou de fumar entre 1989 e 2010 após a adoção de medidas restritivas de propaganda no país, incluindo a adoção de avisos sobre os riscos de fumar nas embalagens. É o que revela uma pesquisa inédita feita em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro com 1.830 pessoas. O levantamento ainda mostrou que a maioria da população é a favor de medidas mais rigorosas para combater o tabagismo: 92% dos não fumantes e 89% dos fumantes entrevistados concordam que o governo deveria fazer mais para combater o vício.
 

Ainda de acordo com o estudo, quando indagados se produtos do tabaco deveriam ter controle maior, 83,1% dos fumantes entrevistados afirmaram que sim. "Os números deixam claro que a população é muito receptiva", diz a coordenadora do estudo, Mary MacNally.

Batizado de relatório da Política Internacional do Controle do Tabaco (ITC), o trabalho é fruto de uma parceria entre a Universidade de Waterloo, no Canadá, o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), a Fundação do Câncer, a Aliança de Controle do Tabagismo (ACTbr), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab).
A primeira etapa da análise foi feita em 2009. Depois, foram analisadas as respostas dos participantes no fim de 2012 e neste ano. A pesquisa identificou também queda na percepção de propaganda de cigarro. Em 2009, 42,8% dos fumantes relatavam que o marketing do cigarro era frequente ou muito frequente. Na entrevista mais recente, porém, esse número caiu para 22,6%. O mesmo fenômeno foi notado no grupo de não fumantes. Além disso, quase metade dos entrevistados afirmou ser favorável à adoção de uma embalagem "genérica" do cigarro: todos com a mesma cor, sem desenhos e logotipos.

Fonte: Veja